terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Cromofagia


Fui saboreando as cores. Comecei do vermelho que tinha um calor que me tomou o estomago. Do vermelho veio o azul, um azul-celeste que arrepiou a espinha. O amarelo, ah… O que seria do brega sem o amarelo, movimentou minha pernas, forrozeando-as. O verde me apresentou cheiros inimagináveis. Depois veio o roxo, o laranja, o rosa… Cada cor que tocava meu corpo preenchia vazios, trazia esperança. Nunca mais quis ser monocromático. A vida me colore. Há sempre esperança de cor...

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