Não desejo mais sangrar a vida preso num engarrafamento... Numa lâmpada; num elevador; numa torre; numa consciência; numa igreja; numa palavra; num destino; numa idéia; numa mágoa; num coração apertado; num vazio... Num eu.
Estou agoniado com alguma coisa, mas não sei o que.
nem idéia?
Não
Qual tipo de agonia?
De querer sair correndo atras da lua
E porque não?
Imagina que cena não seria?!
ninguém vai te ver, a não ser a Lua
Proposta tentadora
Vai
Quem dera
Vaaaai Rafa... Corre lá
O que adianta correr atrás do que nunca terá,pelo prazer da corrida? Um prazer fundado num desejo impossível e que certamente morrerá de cansaço e lágrimas?
Mas ainda assim um prazer...
Sem esperanças e que findará em puro desespero
Grandes pessoas fizeram coisas grandes que muitas disseram que era impossível
Realmente acha possível pegar a lua correndo atrás dela? Prefiro deixá-la se afastar, aos poucos, contemplar sua beleza ao longe, à noite. Porque quando minha esperanças acabam ela estará brilhando forte, mesmo longe de mim, mesmo que não saiba que sofro estará erguida firmemente. Durante o dia tentar levar a vida, com a esperança que logo mais ela voltará a brilhar
Você está perdidamente apaixonado pela Lua
Sou eterno apaixonado pela lua, mesmo sendo amante do sol
Poderia dizer muita coisa sobre tudo que você falou... mas não sei... Também me apaixonei pela Lua... Mas acho que a amo exatamente por saber que ela nunca vai ser minha
Não quero que ela seja minha somente, quero poder tocá-la senti-la, experimentá-la mais de perto
Quer experimentar com mãos humanas o sagrado? Os deuses (gregos) não permitem
Quem sabe? Talvez um dia, gosto da teoria que os deuses invejam os mortais porque quando se juntam duas almas eles ficam tão equilibradamente perfeitos que se tornam independentes dos deuses. O que dizer de Psique? Ela não era mortal? Pois ela pisou no Olimpo
Mi canto no es más que un mal intento De alejarte un instante de mi pensamiento
Pasan los meses Como pasa el rumor de un río Cambian la estaciones Y no se me pasa el frío Sigo esperando Encontrar una manera De acostrumbrarme a esta casa En la que nadie me espera
Si dejaras entrar un rayo de luz Y sintieras tan solo una vez Lo que yo siento Sabrías que
Mi canto no es más que un mal intento De alejarte un instante de mi pensamiento
Y fuimos por unos meses Dos ingredientes de una receta Fuimos dos flores distintas en una misma maceta Y todo tiene su tiempo Tanto lo dulce como lo amargo No hay pena ni gloria Que un día no pase de largo
Si dejaras entrar un rayo de luz Y sintieras tan solo una vez Lo que yo siento Sabrías que
O sucesso não sobe na cabeça das grandes pessoas, Sobe na cabeças das pessoas fracas, Nós não somos pessoas fracas, Se fossemos fraco, Agente tinha desistido desta dificil caminhada, A maioria do que se ouve é as pessoas maldizendo Dizem que nunca poderiamos voar, Que não devemos sonhar e nós estamos aqui Eternos sonhadores Que voam na imaginação Imaginação que conduz a eternidade
Os cientistas estudam e pesquisam incansavelmente para descobrir a cura do câncer, a vacina para a Aids e tantas outras soluções que aplaquem as doenças que nos rondam. Enquanto isso, os psicanalistas tentam aliviar nossas doenças da alma, nossos solavancos do coração. Mas como nem todos têm condições de pagar umas visitas ao divã, tentam sozinhos descobrir a cura para este mal que já afligiu, aflige ou ainda irá afligir 100% da população: a dor-de-cotovelo.
Como amor é assunto recorrente desta coluna, muitos acham que tenho a fórmula mágica para aniquilar as dores provocadas pela paixão. Tenho nada. Tenho são os meus palpites. E uma antena que capta frases, depoimentos, tudo o que possa ajudar. Um dia desses uma leitora me escreveu um e-mail simpático, dizendo que havia lido ou escutado em algum lugar uma coisa que ela achava que fazia sentido:
"O tempo não cura tudo. Aliás, o tempo não cura nada, o tempo apenas tira o incurável do centro das atenções".
Faz, sim, todo o sentido. Na hora da saudade, da tristeza, do desamparo, é com ele que contamos: o tempo. Queremos dormir e acordar dez anos depois curados daquela idéia fixa que se instalou no peito, aquela obsessão por alguém que já partiu de nossas vidas. No entanto, tudo o que nos invadiu com intensidade, tudo o que foi realmente verdadeiro e vivenciado profundamente não passa. Fica. Acomoda-se dentro da gente e de vez em quando cutuca, se mexe, nos faz lembrar da sua existência. O grande segredo é não se estressar com este inquilino incômodo, deixá-lo em paz no quartinho dos fundos e abrir espaço na casa para outros acontecimentos.
Nossas atenções precisam ser redirecionadas. Ficar olhando antigas fotos, relendo antigas cartas ou lembrando antigas cenas é tirar a dor do quarto dos fundos e trazê-la para o meio da sala. Evite. O tempo só será generoso na medida em que você usá-lo para fazer coisas mais produtivas: procurar amigos sumidos, praticar um esporte, retomar um projeto adiado, viajar. As atenções têm que estar voltadas para os lados e para a frente. O quartinho dos fundos tem que ficar fechado uns tempos, a dor mantida em cativeiro, sem ser alimentada. Amores passados contentam-se com migalhas e sobrevivem muito: ajude-se, negando-lhes qualquer banquete. A fartura agora tem que ser de vida nova.
Abba Pai. Este nome singelo, entoado e gravado no coração de milhões de apaixonados, dos mais variados tipos. Ricos, pobres, velhos, moças e jovens. Emanuel. Majestoso da minha alma. Sem dúvidas seu amor resiste aos encantos do tempo e da vida, pois suas cores, inegavelmente se manterão sempre inalteradas. Em qualquer tempo. Se víssemos registros de antes da criação, poderíamos comparar com a glória de todas as coisas criadas por suas mãos hoje. A majestade de suas cores e detalhes, foi conservada, impecavelmente no decorrer dos anos. Foi criando sua história com a humanidade, marcada tão forte e profunda, que nunca se apagará.
Jesus, homem de dores e de glórias mil que sobrepõe, em muitos, todos os outros nomes. Família, amigos, trabalho, dinheiro inclusive. Basta que o sangue sagrado do que representa sua morte esteja sempre conosco que estaremos felizes. Seremos felizes. Basta apenas um olhar ao irmão do lado na rua. Olhar fanático como o nosso. Olhos que brilham em contato com a mais brilhante constelação de estrelas. Redundância esta que se faz necessária para expressar a magnitude, amplitude e alcance deste glorioso Deus.
Se antes, ao buscarmos conforto poderíamos não ter ninguém para nos guiar, após conhecermos a sua gloriosa mensagem de amor não tememos mais. Nunca estaremos sozinhos. Sempre teremos, em tempos turbulentos e de grandes safras, grandes dificuldades e vitórias épicas, o alento e olhar soberano da estrela Dalva. A primeira e única que apareceu em nossos corações.
Bem antes de nascer o pequeno infanto, ainda carente de amparo das leis divinas, recebe no seu pequenino corpo e mente ainda em formação o encargo de pertencer ao mais estonteante conglomerado do mundo. Moderno e antigo, ressalte-se. Recebe também o dever de trabalhar em prol dos seus ideais e de passar adiante a paixão, nunca deixando alguém próximo buscar caminhos que não o das glórias imortais do querido Deus.
Abba Pai, muito obrigado por ter me escolhido. Que eu possa te servir bem.
Muito pensei sobre o que poderia escrever para você. Li poesias e escrevi outras, vasculhei os porões da minha alma, mas foi tudo em vão. Não achei nada que se aproximasse de sua grandeza, nada que se comparasse a sua pureza. Este texto é minha dupla frustração. Primeiramente porque sei que adora poesia e que era assim que gostaria de escrever, mas os versos não vieram. Em segundo lugar, como já disse, ele não chega nem perto de quem você é, de tudo que representa para mim. Com poucas e inexpressivas palavras quero te dizer o quanto me é importante ter você. Não sei o que faria da minha vida sem te ter, você é tudo que eu quero, é tudo o que sempre precisei, não sei como sobrevivo longe de você. Lembrar do seu rosto conforta meu coração, lembrar da sua voz acalma minha alma. Sua doçura me encanta. Eu, reles mortal entregue a mais doce e cruel das criaturas, que faz com que se renda com um olhar e que se entregue com seu canto. Não sou tudo que você precisa e nem sou tudo aquilo que queria ser, mas quero que saiba que sou o maior dos seus amantes e o mais apaixonado dentre os seus adoradores. Só peço que se lembre de mim quando entrares no seu reino
Estou em constante mudança afim de me tornar uma pessoa melhor. Oscilo entre extremos procurando um equilíbrio, equilíbrio este que se encontra na pessoa de Jesus. Meu objetivo é ser como ele. Sei que me comporto completamente diferente, mas me moldo, me desconstruo e me refaço o que sou para que ele possa se alegrar em mim. Sei que Ele me ama muito mais que eu mesmo me amo ou O amo. Ele é minha obsessão, meu paradigma, meu percalço, minha conquista, minha dádiva, e meu maior amor. Por isso, dedico toda minha para aquele que é a razão do meu existir, do meu respirar, do meu pensar e do meu agir. Sei que a minha vida não é um presente que ele mereça receber, mas é tudo que tenho. Sim, à Cristo entrego tudo o que sou.
sábado, 21 de novembro de 2009
A questão é simples. A bíblia é muito fácil de entender. Mas nós, cristãos, somos um bando de vigaristas trapaceiros. Fingimos que não somos capazes de entendê-la porque sabemos muito bem que no minuto em que a compreendermos estaremos obrigados a agir em conformidade. Tome qualquer palavra do novo testamento e esqueça tudo a não ser seu comprometimento de agir em conformidade com ela. “Meu Deus”, dirá você, “se fizer isso minha vida estará arruinada. Como vou progredir na vida?”.
Aqui jaz o verdadeiro lugar da erudição cristã. A erudição cristã é a prodigiosa invenção da igreja para defender-se da bíblia; para assegurar que continuemos sendo bons cristãos sem que a bíblia chegue perto demais. Ah, erudição sem preço! O que seria de nós sem você? Terrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo. De fato, já é coisa terrível estar sozinho com o novo testamento.
Olhei-te Desnudei-me diante de teu olhar Fugi Em minha fuga imaginei O tão suave toque de tuas mãos Em meu rosto Acariciando-me
Olhei-te Com o maior esforço do mundo Busquei levar minhas mãos as tuas Mas fui ludibriado pelo medo Medo que recolhesse tuas suaves mãos Fui fantasiando e imaginando Seus dedos entre os meus Mãos firmes, mas delicadas Mãos fortes, mas suaves
Olhei-te Perdi-me em devaneios que surgiam dentro de mim Devaneava teus doces lábios tocando os meus Tua linda boca soprando sobre a minha O calor que vem do teu corpo sobre meu
Olhei-te E no meio de toda está confusão me vi Submerso na vergonha de estar ao seu lado Sem coragem de olhar em teus olhos Morrendo de vontade de segurar firme em tuas mão